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Loja, time campeão, organizadores de GP. A Bola de fogo tem fome.

Em 2018, quem dá as cartas é a ChannelFireball

Las Vegas – A partir do próximo ano, a ChannelFireball será a responsável pelos Grand Prix do mundo inteiro. E, como isso inclui o Brasil, nosso correspondente Fausto de Souza bateu um papo com Mashi Scanlan, diretor de engajamento da comunidade da ChannelFireball, para saber quais os planos para a América do Sul. “A primeira coisa que posso adiantar é que pretendo ir pessoalmente a todos os eventos nível A no ano que vem, e isso inclui todos os GPs na América do Sul”, revelou Mashi, que garantiu que todos na organização dos Grand Prix querem primeiramente ouvir as comunidades de jogadores que eles ainda não conhecem bem. “GPs na América do Norte têm um nível, não apenas de jogo, mas de envolvimento da comunidade e juízes. Na Europa, o nível é outro, e a América do Sul é um local que merece toda a nossa atenção”.

Em 2018 ele virá conhecer o Brasil

Reconhecendo as particularidades de cada região, Mashi Scanlan disse saber que cada local tem seu modus operandi, e que chegar a um local e querer mudar muitas coisas de uma só vez pode não dar certo. “Não dá pra chegar e dizer que fazemos assim e que é o certo. O que funciona na América do Norte pode ser uma porcaria na América do Sul”. Por isso, ele revela já estar conversando com Rafael (Svaldi, juiz nível 3 e organizador de eventos) e com Willy (Edel, membro do Hall da Fama de Magic e lojista) sobre a comunidade brasileira e suas expectativas. “Nós conhecemos bem a comunidade dos Estados Unidos, estamos conhecendo cada vez mais os jogadores europeus, e agora chegou a vez de conhecermos brasileiros, chilenos e outros sul-americanos”.

“Por isso, peço para todos que lerem esta matéria e quiserem nos dar sugestões, enviem um e-mail para events@channelfireball.com. E, por favor, tenham em mente que, se não fizermos o que foi pedido, não quer dizer que não estamos prestando atenção. Às vezes, simplesmente, não é possível”, explica. Um dos exemplos que Mashi deu de diferenças entre prioridades de jogadores é que, enquanto na Europa os trials na véspera dos eventos são muito procurados, nos EUA a busca por eles não é tão grande.

Enquanto a cobertura ao vivo dos eventos de Magic aumenta cada vez mais no Hemisfério Norte, o diretor de engajamento da ChannelFireball não sabe qual será a política da empresa na questão da cobertura ao vivo nos eventos da América do Sul, Ásia e Austrália. “Não conversamos sobre isso ainda. Temos que avaliar os custos de enviar e manter as equipes em locais mais distantes, e não podemos esquecer do preço da internet. Parece absurdo, mas o preço na internet nos EUA é altíssimo, enquanto que na Europa é muito mais barato. Então isso tem que ser muito cuidadosamente estudado. O que os sul-americanos podem esperar dos nossos eventos é planejamento, organização e estrutura. O evento principal não varia muito entre os GPs, mas os eventos paralelos e outras atrações, isso será decidido de acordo com as particularidades de cada local”, garantiu Mashi Scanlan.

Edição: Paulo de Tarso

About Fausto de Souza

Fausto de Souza é pseudônimo do jornalista Marcelo Salles, que joga e coleciona desde 1994. Viciado nas cartinhas e em escrever, tem feito grandes amigos em toda a comunidade e é muito grato por isso.

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