quarta-feira , dezembro 12 2018
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Foi daquelas derrotas “por um turno”

Las Vegas – Felipe Alberto esteve muito próximo de conquistar a vitória contra Craig Wescoe (EUA) e ficar entre os 30 primeiros colocados no GP Modern Vegas, mas seu deck Combo Druida (Abzan) não foi páreo para o GW Hatebears do seu oponente. “Ganhei o primeiro jogo bem rápido, porque combei mana infinito (com o [mtg_card]Devoted Druid[/mtg_card]) logo no começo do jogo e ele não tinha resposta”, relembra. Nos jogo seguinte, no entanto, uma combinação de [mtg_card]Aether Vial[/mtg_card], [mtg_card]Eternal Witness[/mtg_card] e [mtg_card]Wrath of God[/mtg_card] evitou que Felipe conseguisse montar as peças do seu combo. “Ele deu umas três cóleras, pelo menos”, comentou. Na partida decisiva, duas Collected Company – uma no passe, para dois [mtg_card]Mirran Crusader[/mtg_card] – e uma no próprio turno – para o terceiro Mirran e um [mtg_card]Qasali Pridemage[/mtg_card] finalizaram o match. “Mirran é muito forte contra o meu deck. Eu posso tirá-lo com um [mtg_card]Path to Exile[/mtg_card] ou bloqueá-lo com o [mtg_card]Vizier of Remedies[/mtg_card], apenas. E morri com um Collected no topo e um [mtg_card]Kitchen Finks[/mtg_card] que entraria em jogo com ela. Se eu tivesse mais um turno, teria vencido”, lamenta.

Alberto em ação, na 11ª rodada do GP Modern

Alberto conta que o match contra Grixis [mtg_card]Death’s Shadow[/mtg_card] é complicado, e que os treinos com Gabriel Fehr o ajudaram bastante. “Percebi que é quase impossível vencer com o combo, porque o Grixis tem muitos removals. Quando venci um Grixis na décima rodada, tirei quase todas as peças do combo, mantendo apenas o Vizir e o Finks, e subi Path to Exile, [mtg_card]Anafenza, the Foremost[/mtg_card], [mtg_card]Linvala, Keeper of Silence[/mtg_card], porque voa e para o [mtg_card]Tasigur, the Golden Fang[/mtg_card], [mtg_card]Fatal Push[/mtg_card] e [mtg_card]Selfless Spirit[/mtg_card], que foi a carta que me ganhou o game 3”, explicou, lembrando da vitória de virada.

About Paulo de Tarso

Jornalista de formação, vive a (e de) escrever. Joga (mal) Magic desde 1995, e encontra diversão para compensar a falta de talento para o jogo utilizando cartas e decks que não são muito usados por aí. De vez em quando flerta com algum relativo sucesso ao beliscar um top 8, mas não é muito afeito às mesas iniciais. Atualmente joga Legacy e alguns drafts.

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