quarta-feira , 23 agosto 2017
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Commander e a Color Pie: Branco

Olá senhoras e senhores!
Bem vindos ao Command Beacon, a nossa coluna sobre Commander multiplayer aqui na Eternal Magic!

Após os arquétipos, hoje iniciaremos uma nova série aqui na coluna: Commander e a Color Pie! Para os jogadores que iniciaram a menos tempo, a Color Pie é o sistema de cores criado por Richard Garfield, que estabelece a filosofia e as mecânicas pertencentes a cada cor do jogo.

Branco (White ou W): Moralidade, ordem e comunidade.
Azul (Blue ou U): Lógica, tecnologia e progresso.
Preto (Black ou B): Amoralidade, parasitismo e ambição.
Vermelho (Red ou R): Impulso, caos e emoções.
Verde (Green ou G): Instinto, interdependência e destino.

Embora seja um profundo apreciador da filosofia na Color Pie que faz muito mais sentido para classificar e entender pessoas que a porcaria do horóscopo, o nosso foco aqui na Command Beacon vai ser entender mecanicamente o que cada uma das cores proporciona, bem o que nos fornecem de relevante, individualmente e em conjunto com outras, para o formato.

E seguindo a roda, começamos hoje com o Branco.

O Branco vai além de anjos e soldados e representa acima de tudo o senso de comunidade, que é preservada pela moralidade e pela ordem. Onde impera o caos não há civilização que se sustente. É uma cor rígida, que preza por proteger e preservar o coletivo em detrimento da individualidade. Essa visão se preserva em sua estrutura mecânica no jogo, portanto, como preza pela comunidade, é necessário haver uma. Então, há uma grande número de criaturas de baixo custo como Serra Ascendant, Grand Abolisher, Imposing Sovereign, Kytheon, Hero of Akros e Anafenza, Kin-Tree Spirit, que propiciam criar uma massa considerável de criaturas, bem como inúmeros efeitos que permitem a criação de fichas como por exemplo Secure the Wastes, Luminarch Ascension, Precinct Soldier, Brimaz, King of Oreskos, Kemba, Kha Regent, Monastery Mentor, Anointed Procession, Benevolent Offering, Sram’s Expertise e Elspeth, Sun’s Champion. Tais características fazem da cor uma das mais interessantes quando falamos em estratégias agressivas nos arquétipos Swarm e Linear Aggro. Complementando essa tipo de estratégia, é imperativo que seus exércitos se tornem realmente ameaçadores, e tornar as criaturas mais fortes é algo no qual o Branco é especialista: Elesh Norn, Grand Cenobite, Crovax, Ascendant Hero, Mikaeus, the Lunarch, Jazal Goldmane, Honor of the Pure, Spear of Heliod, Glorious Anthem, Cathars’ Crusade, Crescendo of War, Marshal’s Anthem, Dictate of Heliod, Angel of Jubilation, Ajani Goldmane e Gideon, Ally of Zendikar.

Além disso, para preservar a ordem pela qual tanto preza, é a cor primária para o uso da habilidade Proteção (Mother of Runes, Eight-and-a-Half-Tails, Glory, Brave the Elements, Flickering Ward, Unquestioned Authority, etc), que em conjunto com Indestrutível (Avacyn, Angel of Hope, Selfless Spirit, Bastion Protector, Rootborn Defenses, etc) formam uma base muito forte para decks Aggro (incluso aqui agora Voltron Aggro), fornecendo maior segurança ao se investir em estratégias que arriscam alto ao se tornarem mais suscetíveis a remoções globais. Construa uma grande comunidade que se fortalece e persevera unida.

Defensivamente, conta também com criaturas de alta resistência, a habilidade Vigilância e efeitos que permitem múltiplos bloqueios (High Ground, Brave the Sands, Hundred-Handed One, Kemba’s Legion), além de formas de prevenção de dano como Righteous Aura, Martyr’s Cause, Solitary Confinement, efeitos impeditivos ao ataque na forma de Moat, Magus of the Moat, Blazing Archon, Lightmine Field, Reverence, Mystic Barrier, Windborn Muse, Ghostly Prison, Norn’s Annex, Sphere of Safety e ganho de vida, uma caracteristica inerente da cor, mas, ainda mais que nos demais formatos, de pouco valor. Afinal do que adianta, perder slots no deck, ganhar 10, 20, 30 pontos de vida em uma partida e sofrer ataques massivos muito superiores ao seu total, receber 21 pontos de dano de comandante ou ser combado? Todavia, existem algumas estratégias que podem se aproveitar dessa característica e vencer por meio de cartas como Test of Endurance ou Felidar Sovereign. Um dos pontos fortes da cor reside nos tributos e restrições, ao qual ela exerce papel de forma eficiente. Entre as taxas temos Thalia, Guardian of Thraben, Vryn Wingmare, Archangel of Thites, Kataki, War’s Wage, Leonin Arbiter, Magus of the Tabernacle, Spelltithe Enforcer, Supression Field, Aura of Silence e Glowrider. Como efeitos alguns dos diversos efeitos restritivos cito aqui Hokori, Dust Drinker, Stony Silence, Rest in Peace, Humility, Kismet, Blind Obedience, Solemnity, Crackdown, Marble Titan, Aven Mindcensor, Rule of Law, Eidolon of Rhetoric, Ethersworn Canonist, Spirit of the Labyrinth, Hushwing Gryff, Containment Priest e Sanctum Prelate. Além disso, conta também com cartas que desestimulam remoções das permanentes, como Karmic Justice e Martyr’s Bond.

Mas não só apenas de efeitos estáticos vive o Branco, pois o mesmo possui algumas das melhores remoções globais do jogo, entre as quais clássicos como Wrath of God e Day of Judgment, além de opções viáveis como Terminus, Rout, Martial Coup, End Hostilities, Fumigate, Planar Outburst e Sublime Exhalation. Curioso notar como alguns efeitos como Retribution of the Meek, Dusk // Dawn ou o -3 de Elspeth, Sun’s Champion casam bem com a filosofia da cor, preservando as massas em detrimento daqueles que se destacam (no caso, criaturas poderosas), sendo opções viáveis se você abusar de pequenas criaturas. Porém, a facilidade do Branco com as remoções globais vai muito além das criaturas, conseguindo lidar praticamente com qualquer tipo de permanente. Nessa situação um dos mais versáteis é Austere Command, capaz de lidar com criaturas, artefatos e encantamentos, mas temos ainda cartas como Hour of Revelation, Planar Cleansing, Purify, Akroma’s Vengeance, Tragic Arrogance e Cataclysmic Gearhulk. Entretanto, as remoções globais mais temidas na cor são aquelas que destroem terrenos, tendo como representantes Armageddon, Ravages of War, Catastrophe e Cataclysm. Essa combinação de cartas defensivas e remoções torna a cor uma das mais defensivas do formato, tornando-a ideal para compor alguns tipo de decks Control, especialmente Pillowfort e Stax.

Para completar o pacote defensivo, cabe destacar que essa cor é uma das mais versáteis em lidar com todos os tipos de permanentes, embora não necessariamente a mais efetiva contra cada tipo. Entre remoções de criaturas temos as excelentes Swords to Plowshares e Path to Exile, respostas rápidas, excelente custo-beneficio e entre as melhores pontuais do formato e ainda por cima com uma mecânica não tão comum em outras cores, exílio. Apesar da excepcionalidade dessa dupla, infelizmente as demais remoções pontuais de criaturas sequer passam perto em termos de eficiência, tendendo a serem condicionais ou vulneráveis, tais como Dispatch, Condemn, Reciprocate, Angel of Serenity e Banisher Priest. No que tange a remoções de artefatos e encantamentos, a cor possui bons representantes, tais como Act of Authority, Return to Dust, Dust to Dust, Abolish, Aura Blast, Aura Fracture, Seal of Cleansing e Disenchant. De espectro de ação mais versátil, temos como remoção de permanentes Oblivion Ring, Banishing Light, Grasp of Fate, Cast Out, Council’s Judgment, Oblation e Unexpectedly Absent, todas condicionais ou vulneráveis a remoções, mas ainda assim boas opções. Essa versatilidade de remoções torna os Control com Branco ainda mais interessantes e abrem um leque de respostas versáteis para Midranges, que por definição prezam por tal característica.

A cor também trabalha muito bem com efeitos de recursão. O mais icônico certamente é Sun Titan, staple da cor, mas certamente longe de ser a única. Reveillark e Karmic Guide permitem trazer criaturas diretamente do cemitério para jogo e ambos, em conjunto com uma fonte de sacrifício criam um dos combos mais comuns envolvendo essa cor e base de muitos decks Combo. Outro combo que envolve recursão é Auriok Salvagers, capaz de gerar mana infinita com Lion’s Eye Diamond. Para recursão de criaturas temos diversos efeitos que, embora muitas vezes condicionais, podem ser bem aproveitadas no contexto certo, tais como Rally the Ancestors, Return to the Ranks, Marshal’s Anthem e Loyal Retainers. Para artefatos e encantamentos são inúmeros os exemplos, mas destaco aqui Replenish e Open the Vaults. Há ainda Faith’s Reward e Second Sunrise, que funcionam para permanentes que tenham ido para o cemitério naquele mesmo turno, abrindo possibilidades para decks como por exemplo  Eggs liderados por Sram, Senior Artificer, ou abuso de remoções em massa para torná-las assimétricas, especialmente de terrenos. Nesse sentido, funcionando relativamente parecidos com efeitos de blink, ao qual o Branco também conta com diversos exemplares e que permitem extrair máximo proveito de efeitos que desencadeiem com entrada ou saída de permanentes, tais como Ghostway, Otherworldly Journey, Eerie Interlude, Flickerwisp, Galepowder Mage, Glimmerpoint Stag e talvez o melhor deles em blink pontual, Eldrazi Displacer.

Como deve ter sido observado até aqui, o Branco se relacionado muito bem com encantamentos e criaturas de baixo custo ou poder, e moderadamente bem com artefatos, especialmente equipamentos, e talvez seja a cor que mais interaja positivamente com planeswalkers. Nesse contexto, são vários os tutores para esses tipos de permanentes, tais como Enlightened Tutor, Idyllic Tutor, Academy Rector, Lost Auramancers, Plea for Guidance, Enduring Ideal, Heliod’s Pilgrim, Three Dreams, Boonweaver Giant, Steelshaper’s Gift, Open the Armory, Quest for the Holy Relic, Relic Seeker, Stoneforge Mystic, Stonehewer Giant, Recruiter of the Guard, Ranger of Eos, Call the Gatewatch e Djeru, With Eyes Open. Para interação com encantamentos existem efeitos interessantes como Opalescence, Starfield of Nyx, Sigil of the Empty Throne, Mesa Enchantress e Kor Spiritdancer. Entre aqueles que estimulam o uso de equipamentos temos Nahiri, the Lithomancer, Sram, Senior Edificer, Puresteel Paladin e Sigarda’s Aid. Esse conjunto Aura e Equipamentos tornam a cor especialmente proveitosa para decks Voltron Aggro ou Control. Entre os planeswalkers, os melhores representantes são Elspeth, Sun’s Champion, Elspeth, Knight-Errant, Gideon Ally of Zendikar, Ajani Steadfast e Ajani, Caller of the Pride.

Por fim, entre os terrenos com identidade Branca, cabe o destaque a Ancient Den, Eiganjo Castle, Emeria, the Sky Ruin, Flagstones of Trokair, Karakas, Kor Haven e Serra’s Sanctum.

E quais seriam então os principais pontos fracos da cor Branca? Primeiramente, pouca interação com efeitos na pilha. São pouquíssimas os efeitos de anulações, e ainda por cima extremamente condicionais: Mana Tithe, Rebuff the Wicked, Vigilant Martyr, Dawn Charm, Illumination, Frontline Medic, Lapse of Certaintly, Order of the Sacred Torch, Unyaro Griffin. Em geral, são melhores efeitos que previnam determinada conjuração, tais como Presence of the Master, Nevermore e Gideon’s Intervention. Quando comparada com outras cores, o Branco é talvez a pior cor para gerar mana em grandes quantidades, pois há pouquíssimos efeitos que ajudem a rampar: Land Tax e Weathered Wayfarer, os melhores nessa premissa, sendo os demais efeitos cartas ruins ou condicionais, tais como Tithe, Gift of Estates, Knight of White Orchid, Oath of the Lieges e Oreskos Explorer. Em geral, quando sozinho, o Branco passa a depender de mana rocks para atingir rapidamente o valor mínimo em mana onde se torna possível a estratégia do deck funcionar em seu nível mais básico. O que nos trás a outro ponto falho, que é sua dependência de permanentes. Quando usada como cor primária, o Branco constrói seu board de maneira progressiva e sistemática, pouco a pouco, fazendo muito uso de criaturas, encantamentos e artefatos. Se o deck vier acelerado, rapidamente seca os recursos da mão e se torna vulnerável a remoções globais, o que pode efetivamente tirar o deck do jogo, pois a última fraqueza é a mais relevante: o Branco é a pior cor em Card Advantage. Há pouquíssimos efeitos de compra, restritos a tipos específicos de estratégias como Enchantress (Mesa Enchantress e Kor Spiritdancer) ou semelhantes a Puresteel Storm (Sram, Senior Edificer e Puresteel Paladin). Por esse motivo, a cor quando comparada com outras individualmente acaba ficando para trás, pois perde consistência em jogos mais longos e peca em finalizar o jogo de maneira muito explosiva, como o Vermelho é capaz de fazer, se tornando mais vulnerável a remoções pela sua lentidão. Mesmo estratégias mais lentas, como Pillowfort e Stax podem sofrer para essa falta de Card Advantage, já que almejam o late game. Então, muito cuidado. Não gaste todo o gás se não for vencer rápido.

O Branco e as demais Cores

Como vimos, o Branco é uma cor versátil com boas interações com encantamentos, equipamentos e fichas, versatilidade em remoções e excelente em remoções globais e elementos de Stax e Pillowfort. Embora esteja longe de ser a melhor cor no Commander, acaba sendo um ótimo suporte para as demais. Analisemos o que há de acréscimo quando combinada com o restante da Color Wheel.

Azorius (UW): Quando em conjunto com o Azul, corrige com propriedade 2 das principais falhas da cor que são a a falta de compras e a interação com a pilha. Como apoio ou cor principal, é alçado a novos patamares fazendo com que essa combinação esteja entre as mais fortes do formatos, especialmente em decks Control. Além disso, consegue acesso a mais ferramentas de Stax e Pillowfort, tornando-se uma das melhores combinações para esses arquétipos. O Azul concede também mais habilidades que envolvem blink, fazendo dessas cores fundamentais para esse tipo de estratégia. Por fim, ambas tem forte interação com artefatos, fazendo com que alguns decks que tenha base Azorius estejam entre os mais fortes quando analisamos essa temática. Entre as cartas multicoloridas ganha acesso a Meddling Mage, Detention Sphere, Render Silent, Sphinx’s Revelation, Supreme Verdict, Dovescape, Narset Transcendent e Venser, the Sojourner. Alguns dos lendários que se destacam são Brago, King Eternal, Grand Arbiter Augustin IV, Hanna, Ship’s Navigator, Dragonlord Ojutai, Bruna, Light of Alabaster e Rasputin Dreamweaver.

Orzhov (BW): A combinação com Preto concede mais remoções pontuais e globais, alguns efeitos punitivos e maior recursividade com criaturas por meio de reanimações, todos bons elementos para decks Midrange. Na parcela Control, dá acesso a efeitos restritivos, descartes e sacrifícios, tornando-a muito hostil para criaturas. Além disso, fornece 2 pontos relevantes que são acesso a Card Advantage e especialmente, tutores incondicionais. Com Preto e Branco agora temos acesso a Anguished Unmaking, Vindicate, Utter End, Merciless Eviction, Immortal Servitude, Obzedat’s Aid, Ashen Rider, Sorin, Solemn Visitor e Sorin, Grim Nemesis. Entre os lendários temos Kambal, Consul of Allocation, Teysa, Orzhov Scion, Tymna the Weaver, Karlov of the Ghost Council, Athreos, God of Passage, Daxos the Returned, Obzedat, Ghost Council e Ayli, Eternal Pilgrim.

Boros (RW): O Vermelho acrescenta mais agressão ao Branco, tornando essa uma combinação mais explosiva do que Aggros exclusivamente Brancos. Temos aqui um reforço a criaturas de baixo custo, fichas e efeitos que estimulam o combate, com aumento de poder das criaturas e fases de combate extra. Permite também o acréscimo de criaturas de maior impacto, tornando essa uma combinação interessante para quem procura decks mais hostis. Um ponto positivo é que ambas as cores são aquelas com maior quantidade de remoções globais de terreno, sendo portanto uma estratégia que pode ser facilmente abusável. Entretanto, o Vermelho em praticamente nada acrescenta às fraquezas do Branco, pois ainda continua deficiente em Card Advantage e pouquíssima capacidade de interação com mágicas na pilha, exceto por rodas, loots e redirecionamento de mágicas e uma outra anulação específica. Os destaques vão para Assemble the Legion, Nobilis of War, Waves of Aggression, Sunforger, Leave // Chance, Boros Charm e Razia’s Purification. Os potenciais comandantes são Akiri, Line Slinger, Bruse Tarl, Boorish Herder, Aurelia, the Warleader, Gisela, Blade of Goldnight, Archangel Avacyn // Avacyn the Purifier, Brion Stoutarm e Iroas, God of Victory.

Selesnya (GW): O Verde é a cor com algumas das criaturas de maior impacto e lida bem com efeitos que coloquem fichas de criaturas, o que fortalece essa linha de jogo presente no Branco. Estratégias agressivas, especialmente Swarm, se beneficiam das sinergias presentes entre as duas cores. Essa combinação também possibilita um bom uso de hatebears, criaturas de baixo custo, com efeitos restritivos, taxas ou remoções inclusas, tornando essa uma combinação excepcional para Midranges, o que se torna ainda melhor quando temos o acréscimo de ótimos tutores de criaturas. Traz boas formas de recursão, possibilitando diversos combos com essa pegada. Outro reforço é no ódio contra artefatos e encantamentos, tornando a vida de quem abusa desse tipo de permanente um tanto quanto ingrata. Por fim, o Verde extingue um dos defeitos da cor Branca, que é sua lentidão em gerar grandes quantidades de mana já que agora temos acesso a ramps e diversos mana dorks, além de amenizar a falta de Card Advantage, já que o verde possui alguns mecanismos de compras. Alguns destaques das multicoloridas são Aura Shards, Mirari’s Wake, Eladamri’s Call, Dauntless Escort e Knight of the Reliquary. Captain Sisay, Gaddock Teeg, Saffi Eriksdotter, Rhys the Redeemed, Selvala, Explorer Returned, Karametra, God of Harvests, Sigarda, Host of Herons e Dragonlord Dromoka são os destaques entre as lendárias.

Nesse artigo não me aprofundarei nas combinações tricolors, quadricolors e pentacolor, pois o farei em um artigo futuro. Então, por hoje é isso, meus amigos.  Na semana que vem esperem por uma novidade exclusiva sobre Commander 2017 aqui na Eternal Magic! Depois, daremos continuidade a essa série de artigos, dessa vez com a cor da discórdia: Azul! Fiquem ligados e até lá!

Sobre Mateus Nogueira

Professor da rede pública de ensino no Distrito Federal, formado em Ciências Biológicas, nerd multiclasse e jogador de diversos formatos de Magic: the Gathering. É especialmente apaixonado pelo Commander em sua vertente multiplayer, sendo um infeliz sem alma, apreciador de Stax e Combos.

Um comentário

  1. Murilo "Monoblack"

    Delícia de artigo, parabéns pelo trabalho. Ansioso pela pestilenta, poderosa, rastejante, contaminante, traiçoeira, versátil, ruidosa, protuberante, pomposa, magnífica, insalubre, maquiavélica e inefável cor black. – Precisamente, estilo monoblack.-

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