sexta-feira , 19 outubro 2018
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Core Set 2019: O que há de novo para o Commander? (Parte 1)

Olá senhoras e senhores!
Bem vindos ao Command Beacon, a nossa coluna sobre Commander multiplayer aqui na Eternal Magic!

Antes tarde do que nunca! Finalmente trago a vocês a primeira parde da minha análise do Core Set 2019 (M19)! Temos o retorno dos Elder Dragon em uma nova roupagem, criaturas icônicas que geraram o embrião do Commander, então conhecido EDH, Elder Dragon Highlander, onde seu comandante inicialmente deveria ser um dos Elder Dragons: Arcades Sabboth, Chromium, Nicol Bolas, Palladia-Mors e Vaevictis Asmadi. Após, houve várias mudanças de regras, como a expansão para outras criaturas lendárias o posto de comandante. Garanto que suas novas versões devem inspirar muita gente a montar novos decks. No mais, tivemos alguns ótimos reprints como Crucible of Worlds e Scapeshift, que estavam com preços salgados, especialmente Crucible of Worlds, uma staple do formato.

Vamos então a análise. Lembrando que só o farei com as novas cartas que considero mais relevantes, tanto em metas competitivos quanto em casuais, onde M19 deve causar maior impacto. Nessa primeira parte meu foco é nas criaturas lendárias. Dúvidas sobre algum termo usado ao longo do artigo? Não se esqueça de conferir o nosso glossário clicando aqui.

Novos Comandantes

O primeiro dos nossos Elder Dragons é no mínimo curioso, trazendo uma temática que nos remete a outro comandante incomum, Doran, the Siege Tower. A parcela mais casual da comunidade certamente entrou em frenesi ante a possibilidade de um tribal de Barreiras Bant (). Afinal, por esse ponto de vista, você consegue 2 características vantajosas quando falamos desse tipo de metagame naturalmente mais Aggro: resistência enorme para sobreviver aos combates, típico de criaturas com Defensor, e alta capacidade de dano proporcionada pela habilidade de Arcades Sabboth. Cartas como Fortified Rampart, Glacial Wall, Hover Barrier, Shield Sphere, Stalwart Shield-Bearers, Tree of Redemption, Wall of Denial (sensacional aqui), Wall of Frost, Wall of Ice, Wall of Junk, Wall of Nets e Wall of Shards se tornam excelente agressores. Podemos abusar de cartas como Tower Defense, Solidarity, Bar the Door para causar quantias enormes de dano por um baixo custo. Aliadas a cartas como Brave the Sands, Always Watching, Rolling Stones e Serra’s Blessing permitem manter a ofensiva sem se abster do enorme poder defensivo das barreiras. Efeitos que beneficiem criaturas de baixo poder podem e devem ser usados, como Fell the Mighty, Slaughter the Strong, Dusk // Dawn, Retribution of the Meek, Marble Titan e Meekstone, controlando o campo adversário e conquistando vantagens enormes.  Caso queira manter o plano agressivo mesmo sem o comandante, Assault Formation e Wakestone Gargoyle  podem auxiliar. Em suma, Arcades é o sonho molhado do jogador da mesa de cozinha.

Arcades também chama a atenção pela sua capacidade de nos fornecer compras, e é aqui que reside um grande potencial a ser explorado, afinal, cada Defensor se repõe, podendo ser um mecanismo poderoso de card advantage e levar a turnos explosivos, gerando uma mesa potencialmente letal com certa facilidade. Por esse motivo, aos jogadores mais competitivos, é uma carta a se prestar atenção. Temos um total de 15 criaturas de custo 1 ou 0 com Defensor (Dragon’s Eye Sentry, Jaddi OffshootOrder of the Stars, Perimeter Captain, Pride Guardian, Razorgrass Screen, Shield Sphere, Shifting Wall, Steel Wall, Thraben Gargoyle, Traproot Kami, Wall of Hope, Wall of Vines, Wall of Wood e virtualmente Cathedral Membrane), além de algumas barreiras de custo um pouco maior, mas com alguma relevância a ser explorada (Axebane Guardian, Jeskai Barricade, Overgrown Battlement, Phantasmal Image, Sunscape Familiar, Sylvan Caryatid, Thing in the Ice, Drift of Phantasms, Wall of Blossoms, Wall of Mulch, Wall of Omens e Wall of Roots).

Alie essas criaturas a cartas como Aluren, Cloudstone Curio, Earthcraft, Food Chain e Paradox Engine , e podemos efetivamente vencer o jogo com uma estratégia Storm, aliado a finalizadores como Aetherflux Reservoir ou um simples turno extra (por exemplo Time Warp) ou Concordant Crossroads para finalizar o jogo com nossas criaturas.  Lembre-se que independentemente se for um deck mais amigável ou competitivo, a estratégia é extremamente dependente do comandante, e mesmo com um ótimo custo, é necessário protegê-lo. Portanto, use um bom conjunto de anulações de baixo custo (Swan Song, Spell Pierce, Pact of Negation, Force of Will, Flusterstorm, etc) para garantir Arcades, the Strategist em campo.

Chromium é um comandante Esper () que grita em bom tom o arquétipo Voltron Control. Apesar do elevado custo de 7 manas, é uma criatura complicada para que os oponentes lidem de forma satisfatória. Seu corpo com poder 7  e evasão na forma de Voar otimiza muito bem essa função, já que leva apenas 3 ataques diretos para finalizar um jogador via dano de comandante, uma característica importante de comandantes Voltron em geral. Mas não é apenas isso que o torna formidável em uma estrutura Control, mas suas demais habilidades. Lampejo permite jogar com suas fontes de mana em pé, permitindo responder de forma instantânea outros jogadores, o que é uma das características mais fortes dessa combinação de cor, podendo usar um forte conjunto de remoções e anulações, bem como demais efeitos em velocidade instantânea. Não precisou gastar as manas em uma resposta? Segura esse Chromium, the Mutable no fim do turno ou como belo bloqueador para criaturas de jogadores desatentos. Imagina após nosso dragão cair em jogo, um efeito como Armageddon ou Cataclysm? Até para respondê-lo já em campo é complicado, pois mesmo que algum efeito danoso ao Chromium passe pelo nosso crivo de anulações, há ainda sua última habilidade que ao custo de um simples descarte (em uma combinação com a cor preta, lembre bem, pois há a possibilidade real de recursão aqui) ele pode receber  Resistência a Magia e se transformar em um Humano 1/1 imbloqueável. Escorregadio. Vai fazer muita gente passar raiva.

Quem há anos pede por um comandante Urso pode morrer feliz. Goreclaw, Terror of Qal Sisma não tem nada de tribal (embora muita gente vá fazer mesmo assim), mas por si só é uma carta com potencialidades dentro do que se espera de um comandante mono green raiz: criaturas grandes, agressivas e amedrontadoras caindo rápido em jogo e ficando cada vez maiores. Obviamente, esse deck para ser efetivo precisa ser rápido, então o pacote de aceleração verde deve ser usado, portanto não se esqueça dos mana dorks (aqui, além dos clássicos Llanowar Elves, Fyndhorn Elves e Elvish Mystic, vale lembrar de Gyre Sage, Whisperer of the Wilds e principalmente Selvala, Heart of the Wilds), além de mana rocks (Sol Ring, Mana Crypt, etc) e ramps de terrenos (Nature’s Lore, Three Visits, Cultivate, Kodama’s Reach, etc).

Mas o que realmente vale mencionar são alguns amigos desse urso, que devem ser considerados ao montar esse deck: Pathbreaker Ibex, Territorial Allosaurus, Bramble Sovereign, Grothama, All-Devouring, Surrak, the Hunt Caller, Garruk’s Packleader, Soul of the Harvest, Primordial Sage, Yeva, Nature’s Herald, Rhonas the Indomitable, Polukranos, World Eater, Wayward Swordtooth, Prowling Serpopard, Hunted Troll, Conclave Naturalists, Chameleon ColossusConduit of Ruin, Myr Superion, Oblivion Sower, Platinum Angel, Soul of New Phyrexia, Steel Hellkite, entre várias outras opções gigantes. Dentre as não-criaturas não hesite em usar Triumph of the Hordes, Overwhelming Stamped, Selvala’s Stamped, Concordant Crossroads, Kavu Lair, Bow of Nylea, Garruk, Primal Hunter e Greater Good. Tenho certeza que seus oponentes vão adorar. Mesmo que Goreclaw não seja o comandante, é presença obrigatória entre as 99 cartas de um Big Aggro que se preze. Diga-se de passagem, tem um caso de amor com Ghalta, Primal Hunger, já que o urso sozinho reduz seu custo em .

Ótimo custo, corpo justo e habilidades medíocres. Sua reanimação só funciona mediante ataque, 1 vez por turno e não consegue burlar custos de mana, como outros comandantes conseguem (Oi, Chainer, Dementia Master). Para piorar, Isareth não funciona como um Toolbox eficiente baseado em reanimação, já que as criaturas reanimadas são exiladas caso saiam de campo, perdendo muito de seu poder recursivo. Não vale a pena usá-la como comandante.

M19 tem se mostrado uma bela edição para o EDH das cozinhas. Lathliss, Dragon Queen vem trazer mais suporte para a querida tribo dos Dragões, funcionando como um tribal economicamente mais acessível devido a sua natureza mono red. Nossa rainha tem um custo justo em um corpo 6/6 com Voar e uma habilidade interessante, já que a cada  Dragão não-ficha colocado em jogo sob nosso controle teremos outro Dragão 5/5 e Voar pronto para bater muito nos oponentes. Por fim, ainda podemos aumentar o poder de todos os nosso Dragões por apenas . Em um deck que possivelmente vá gerar grandes quantidades de mana como esse, pode ser muito perigoso, abrindo espaço inclusive para uma abordagem Voltron, facilmente usando a habilidade 3 vezes e batendo 9 no turno seguinte a sua entrada (e aumentando a com a contagem de mana). Dentre as 99, Lathliss é presença obrigatória em qualquer tribal, especialmente em The Ur Dragon ou em outros mais obscuros, como Atarka, World Render e Kolaghan, the Storm’s Fury.

White Weenie é um tipo de estratégia Swarm que está presente nas mesas de Magic desde os seus primórdios e Lena, Selfless Champion vem como mais uma opção de comandante para os amantes das pequenas criaturas brancas. Nesse tipo de estratégia, lembre-se de usar criaturas de baixo custo e que consigam manter alguma pressão ofensiva (Kytheon, Hero of Akros, Anafenza, Kin-Tree Spirit, Brimaz, King of Oreskos, Precinct Captain, Silverblade Paladin, Mirran Crusader, Selfless Spirit, etc)  ou que atrapalhem o jogo dos rivais (Thalia, Heretic Cathar, Thalia, Guardian of Thraben, Aven Mindcensor, Leonin Arbiter, Spirit of the Labyrinth, Eidolon of Rhetoric, etc).

Alcançando a curva 6, Lena poderá entrar em campo e caso tenha feito o setup corretamente, contará agora com uma boa quantia de fichas de Soldados e uma forma de protegê-los. E o fato de poder se sacrificar e voltar para a Zona de Comando para gerar mais fichas pode ser um diferencial interessante para o late game. Mas o objetivo aqui não é deveria ser criar apenas muitas fichas, mas torná-las realmente hostis: Mikaeus, the Lunarch, Mirror Entity, Elesh Norn, Grand Cenobite, Jazal Goldmane, Spear of Heliod, Honor of the Pure, Crusade e Glorious Anthem. Se gosta desse tipo de deck, Lena, Selfless Champion no minimo merece ser testada.

 

Grixis () é um combinação de cores poderosa e já conta com alguns comandantes eficientes como Kess, Dissident Mage, Inalla, Archmage Ritualist e Jeleva, Nephalia’s Scourge, Thraximundar ou até mesmo Nicol Bolas. O posto é disputado. O que Nicol Bolas, the Ravager nos traz que permite entrar na disputa pelo posto de comandante? Há alguma vantagem sobre os demais? Vejamos: 4 manas, 4/4, Voar. OK. Quando entra cada oponente descarta uma carta. Isso, por si só cria um efeito assimétrico, reduzindo o número de cartas dos demais e mantendo as suas, isso, pelo simples fato de entrar. Card Advantage. Por pesados em velocidade de feitiço, podemos transformá-lo em Nicol Bolas, the Arisen.

Como planeswalker, possui 4 habilidades poderosas: +2 compra duas cartas. Olha só, Card Advantage novamente. Seu -3 mata quase qualquer coisa e o -4 já possibilita reanimar qualquer criatura ou planeswalker, inclusive a que você destruiu antes. O -12 é devastador, embora restrito a apenas um alvo e pode ser usado em 4 turnos sem oposição (comprando 8 cartas no processo). No fim das contas, o conceito chave desse comandante como você deve ter percebido é Card Advantage.

Isso abre possibilidade para 2 boas estratégias que podem explorar bem essa característica: Control e Midrange. Acredito que ele possa ser um bom comandante em um deck Grixis mais reativo (um Draw-Go por exemplo ou Voltron Control) e especialmente em um Good Stuff que não dependa do comandante. É o Grixis mais eficiente para essa função? Enquanto existir Kess, Dissident Mage, não. Mas eu não subestimaria esse Elder Dragon. Caso queira, pode tentar abusar da habilidade de descarte e para isso vai depender de blinks, tornando Deadeye Navigator + Palinchron/Peregrine Drake/Great Whale uma boa opção de combo, já que mesmo que esteja sem um mana sink para mana infinita (como Blue Sun’s Zenith ou Walking Ballista), ou outra forma de finalização, poderá blinkar Nicol Bolas, the Ravager, e exterminar com as mãos dos oponentes enquanto mantem o controle. Me soa cruel fazê-los descartar sempre na fase de compra.

Palladia-Mors, the Ruiner pode não ser excepcional, mas algumas características a fazem uma escolha interessante para comandar um Voltron Aggro e, mesmo em uma competição desvantajosa com comandantes Naya () como Uril, the Miststalker e Samut, Voice of Dissent, tem lá seu brilho.  Qualquer efeito que aumente seu poder em pelo menos 1 ponto, a coloca na margem de poder mínimo de 7, ideal para Voltrons e 3 ataques no máximo para eliminar alguém. Possui evasão na forma de Voar e Atropelar e ainda te mantem um bloqueador  graças a Vigilância. A sua habilidade mais controversa é sua Resistência a Magia condicionada a não ter causado dano. Pelo menos é útil para conjurá-la e não ser removida pontualmente até ser minimamente útil. E quem acompanha nossa dragoa? Todo o pacote de aceleradores (mana rocks, dorks e ramps de terrenos), formas de protegê-la e dar Impeto (Lightning Greaves, Swiftfoot Boots, Mother of Runes, Fires of Yavimaya, Dragon Tempest), bem como combates extra (Seize the Day, Aggravated Assault, Combat Celebrant, Relentless Assault, Savage Beating, Waves of Aggression e World at War), formas de fornecer Golpe Duplo (Duelist’s Heritage, Blood Mist, Sylvia Brightspear, Atarka, World Render, Boros Charm, Assault Strobe e Temur Battle Rage) e de aumentar pura e simplesmente seu poder bruto (Spear of Heliod, Xenagos, God of Revels, Pathbreaker Ibex, Rush of Blood e Onward).

Vejamos: custo baixo, habilidade de gerar ficha com a conjuração de artefatos e habilidade ativada que compra cartas. Farejo um bom potencial para combos em Sai, Master Thopterist. Dentre as opções para esse deck temos espaço para cartas como: Efficient Construction, criando o dobro de Tópteros com cada conjuração de artefato; Mechanized Production como uma condição de vitória interessante (desde que aliada a algum turno extra); redutores de custos de artefatos ou que ajudem nos custos como Chief Engineer, Inspiring Statuary, Helm of Awakening, Semblance Anvil, Cloud Key, Etherium Sculptor, Jhoira’s Familiar, Foundry Inspector, Clock of Omens, etc; Opções por uma linha mais Swarm Aggro podem trazer Chief of the Foundry, Master of Etherium, Adaptive Automaton, Metallic Mimic, Favorable Winds, Gravitational Shift, Eldrazi Monument e Coat of Arms; Para gerar ainda mais card advantage, além do nosso comandante pode-se fazer uso de Vedalken Archmage, Bident of Thassa, Coastal Piracy e Skullclamp, além de efeito de loot com Riddlesmith.

Cartas como Krark-Clan Ironworks, Ashnod’s Altar e Phyrexian Altar são ótimas ferramentas para gerar quantias absurdas de mana e habilitam combos com cartas como Myr Retriever, Junk Diver e Scrap Trawler. E falando em combos, podemos pensar em formas de otimizar as habilidades do nosso comandante, então talvez seja viável usar Battered Golem + Retraction Helix, podendo gerar mana e Tópteros infinitos com o uso de mana rocks positivos (Sol Ring, Mana Crypt, Mana Vault, Grim Monolith, Mox Opal e Mox Amber) ou até outros mana rocks, desde que estejam com custos reduzidos para serem positivos na prática. Retraction Helix em qualquer criatura em conjunto com Paradox Engine ou o combo Isochron Scepter + Dramatic Reversal também alcançam o mesmo resultado. A partir de fichas e mana infinita, podemos comprar o deck com Sai e finalizar com qualquer efeito que se beneficie com sacrifício ou entrada de artefatos ou criaturas (Blasting Station, Grinding StationAltar of the Brood por exemplo)  ou qualquer mana sink (Blue Sun’s Zenith, Stroke of Genius, Walking Ballista, etc), até mesmo se aproveitar do alto número de conjurações para finalizar com Aetherflux Reservoir.  Certamente, ainda há bastante potencial a ser explorado com Sai, Master Thopterist.

Confesso que em um primeiro momento, Vaevictis Asmadi, the Dire não me chamou muito atenção. Achei um tanto quanto aleatório. E então ao escrever essa análise, pude ter um segundo olhar sobre ele e minha opinião acabou mudando. Acho que ele tem um bom potencial para um Midrange com muito atrito ou Big Aggro, e portanto deve cair inclusive no gosto popular. O que Vaevictis Asmadi basicamente faz é trocar a melhor carta do board do oponente por algo, a principio, aleatório. Pode vir algo muito pior para você? Pode. Mas acho que em geral, a chance de vir um terreno, uma não-permanente ou uma carta ruim, simplesmente supere esse risco. E mesmo que dê errado, pode haver a possibilidade disso ser corrigido com nosso próprio Elder Dragon no próximo combate. Isso claro, para os oponentes. Para nossa própria mesa, perderemos a pior permanente ou algo que você queira que intencionalmente vá para o cemitério. Nesse sentido produtores de fichas podem vir bem a calhar (Bitterblossom, Awakening Zone, Goblin Assault, Ophiomancer, Pharika, God of Affliction, etc) e cartas que desencadeiam habilidades quando entram, morrem ou estão no cemitério (Anger, Eternal Witness, Reclamation Sage, Wood Elves, Solemn Simulacrum, Ugin’s Nexus, etc).

Claro, poderemos trocar uma de nossas permanentes por algo medíocre, assim como nossos oponentes. Mas não sejamos inocentes, o deck deve ser construído para extrair o maior valor do que irá para nosso campo, o que torna a manipulação e tutores de topo, fundamentais: Sylvan Library, Mirri’s Guile, Cream of the Crop, Vampiric Tutor, Imperial Seal, Cruel Tutor, Liliana Vess, Insidious Dreams, Haunted Crossroads, Worldly Tutor, Sylvan Tutor, Brutalizer Exarch, Vizier of the Menagerie, Oracle of Mul Daya, Courser of Kruphix, Noxious Revival, Reclaim, Salvage, Seer’s Lantern, Wand of Denial, Crystal Ball, Darksteel Pendant, Lantern of Insight, Sensei’s Divining Top e Scroll Rack.

Manipulando o topo, queremos que coisas imbecis estejam lá quando nosso Elder Dragon desencadear sua habilidade e aqui as possibilidades são inúmeras e vão do gosto do freguês. Eldrazis enormes como Kozilek, Butcher of Truth, Ulamog, the Infinite Gyre, Ulamog, the Ceaseless Hunger, Emrakul, the Promised End, Void Winnower e se encaixando de forma magistral nesse deck It That Betrays. Criaturas poderosas na combinação Jund () como Inferno Titan, Hellkite Tyrant, Etali, Primal Storm, Avenger of Zendikar, Vorinclex, Voice of Hunger, Woodfall Primus, Terastodon, Pathbreaker Ibex, Grave Titan, Sheoldred, Whispering One, Overseer of the Damned, Sepulchral Primordial (ótimo nesse deck), Rune-Scarred Demon, Razaketh, the Foulblooded, Sire of Insanity, Xenagos, God of Revels, Dragonlair Spider, Dragon Broodmother, Blightsteel Colossus e a lista segue enorme. Entre as permanentes não-criaturas, destaco Warstorm Surge, Aggravated Assault, Grave Betrayal, Mana Reflection, Zendikar Resurgent, Lurking Predators, Possessed Portal, Spine of Ish Sah, Angrath, the Flame-Chained, Sorin Markov, Garruk, Apex Predator, Karn Liberated e Ugin, the Spirit Dragon.

Por hoje é isso. Fique de olho no nosso próximo artigo com as demais cartas de M19! Tem críticas ou sugestões? Visualizou alguma possibilidade com as lendárias que não visualizei? Sinta-se a vontade e deixe um comentário. Obrigado pela leitura e até a próxima!

Sobre Mateus Nogueira

Professor da rede pública de ensino no Distrito Federal, formado em Ciências Biológicas, nerd multiclasse, já jogou e aprecia diversos formatos de Magic: the Gathering. É especialmente apaixonado pelo Commander em sua vertente multiplayer, sendo um infeliz sem alma, apreciador de Stax e Combos.

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