quarta-feira , 14 novembro 2018
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Entrevista franca e divertida

O paulista Diego Ganev não é apenas mais um jogador de Magic. O microempresário de 31 anos é uma das figuras mais queridas na comunidade e além disso tem ótimos resultados para apresentar, em diversos formatos. Além de 3 Top8s em torneios CLM, Ganev fez Top64 no GPSP em 2017 (Modern), ficou em 9 lugar no Nacional Legacy 2015 e cravou o Top8 no WMCQ 2013 (Standard).

Nessa conversa com o Eternal Magic ele fala do jogo como um todo, com destaque para o atual momento vivido pelo Legacy no Brasil. “Acredito ser o melhor momento do Legacy desde que o conheço”.

Confira na íntegra:

1- Qual seu nome, idade e profissão?
Diego de Abreu Ganev, 31 anos. Sou micro empresário.

2- Quando e como começou a jogar Magic?
Conheci o MTG em meados de 97, na escola. Brincávamos sem saber as regras e em 2009 voltei; montei um UW control T2, transformei ele no counterthopter Legacy e desde então o Legacy é onde mais me empenho. Já tive épocas de jogar bastante Standard (inclusive com top 8 num WMCQ) mas hoje em dia só jogo Modern e Legacy.

3- O que o Magic significa hoje na sua vida?
O MTG é um hobby onde posso me desafiar (sou extremamente competitivo, já treinei muitos esportes etc) e ao mesmo tempo fiz grandes amigos. Basicamente hoje em dia a grande maioria das pessoas com quem compartilho o tempo têm alguma ligação com o MTG.

4- Qual sua avaliação sobre o atual momento do Legacy no Brasil e no mundo? Quais as principais diferenças e semelhanças?
Acredito ser o melhor momento do Legacy desde que o conheço (2009). Esta quantidade de ligas sólidas pelo Brasil é um marco para nós. Tivemos momentos bons entre 2012 e 2013 mas não tanto, ainda mais se contarmos com a dificuldade extra para novos players acessarem o formato. Surpreendentemente há muitos jogadores novos em SP e acredito que as outras ligas também tenham encorajado a galera em outros estados.

5- Qual ou quais seus Decks favoritos e por quê?
Meu xodó sempre foi o Stoneblade. Foi com este deck que eu realmente aprendi a jogar Legacy (e MTG de certa forma). Até hoje tenho um carinho por ele, apesar de não achar que ele tenha espaço no field atual, seja pelos Miracles e Grixis, que jogam “maior” e melhor, seja pela falta de clock contra combos.

6- Que futuro enxerga para o formato?
Vejo o Legacy cada vez mais forte, há decks bons com muitas staples reprintadas (como o Death and Taxes) e ninguém é obrigado a comprar um Tabernáculo (apesar da carta ser realmente busted rs). Em suma, não é o ideal por conta da Reserved List, mas o formato é muito bom. Isso faz as pessoas continuarem jogando apesar das dificuldades.

7- Quais as suas expectativas para o Nacional Legacy 2018?
Será um grande evento! O pessoal de Minas têm um grande apreço pelo Legacy e sei que já estão fazendo seu melhor há um bom tempo. Obviamente seria melhor para mim se o evento fosse realizado em SP, até por isso não pude confirmar minha presença ainda. Ambos os locais são dos principais centros do Legacy e será um grande show.

Sobre Fausto de Souza

Fausto de Souza é pseudônimo do jornalista Marcelo Salles, que joga e coleciona desde 1994. Viciado nas cartinhas e em escrever, tem feito grandes amigos em toda a comunidade e é muito grato por isso.

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